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	<title>Executive Digest</title>
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	<pubDate>Fri, 03 Feb 2012 19:05:06 +0000</pubDate>
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		<title>A troika exagerou na austeridade?</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Feb 2012 19:01:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Tema de Capa]]></category>

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		<description><![CDATA[Poul Thomsen, líder da equipa da troika, já admitiu que é preciso abrandar o ritmo no ajustamento orçamental]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.executivedigest.pt/wp-content/uploads/2012/02/thomsen1.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-4147" title="thomsen1" src="http://www.executivedigest.pt/wp-content/uploads/2012/02/thomsen1.jpg" alt="thomsen1" width="300" height="244" /></a>Recessão, Desemprego e Crise Europeia são três razões para se abrandar o ritmo de austeridade. Poul Thomsen, líder da equipa da troika, já o admitiu.</p>
<div style="padding-top: 10px">
<p style="text-align: justify;">&#8220;Temos de que abrandar um pouco no que diz respeito ao ajustamento orçamental e andar muito mais depressa na implementação de reformas estruturais&#8221;, afirmou ontem o representante do FMI numa entrevista ao jornal grego Kathimerini.</p>
<div style="padding-top: 10px">
<p style="text-align: justify;">A troika tem estado errada relativamente às suas previsões, tendo sido bastante optimista. Por exemplo, em relação à taxa de desemprego média para 2011, estava estimada em 12,1%, tendo ficado nos 12,5%. Para 2012 a troika prevê uma taxa média de 13,7%, mas o Banco de Portugal tem uma perspectiva mais pessimista: estima que esteja em níveis &#8220;historicamente elevados&#8221; até 2014, noticia o jornal Dinheiro Vivo. &#8220;É sempre muito difícil fazer essa estimativa. Nunca se sabe qual é a medida certa&#8221;, explica Miguel Beleza, antigo ministro das Finanças.</p>
<div style="padding-top: 10px">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Pedro Passos Coelho, primeiro-ministro de Portugal já tinha afirmado que os acordos serão cumpridos &#8220;custe o que custar&#8221;. Enquanto uns empurram para um lado e outros para o outro, João Rodrigues, do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra, considera que esta diferença nas declarações públicas é reveladora: &#8220;Quando temos um responsável do FMI e um membro de um Governo nacional com os papéis invertidos, é surreal. Diz-nos que este Governo é feito por gente ideologicamente fanatizada.&#8221;</p>
<div style="padding-top: 10px">
<p style="text-align: justify;">No segundo trimestre espera-se, então, uma suavização das metas.</p>
<p style="text-align: justify;">
</div>
</div>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>New York Times: &#8220;Portugal já não tem nada a perder, excepto o peso da dívida&#8221;</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Feb 2012 18:51:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Tema de Capa]]></category>

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		<description><![CDATA[Portugal tem sido traído mais por factores externos do que propriamente falhas internas]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.executivedigest.pt/wp-content/uploads/2012/02/europa.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-4140" title="europa" src="http://www.executivedigest.pt/wp-content/uploads/2012/02/europa.jpg" alt="europa" width="300" height="244" /></a>A crise grega está a ter um efeito de contágio que está a afectar Portugal. Segundo Gonçalo Pascoal, economista chefe no Millenium BCP, Portugal tem sido traído mais por factores externos do que propriamente falhas internas.</p>
<div style="padding-top: 10px">
<p style="text-align: justify;"><strong>No entanto existem importantes aspectos a referir no que toca ao cenário em que se encontra a economia portuguesa:</strong></p>
<div style="padding-top: 10px">
<p style="text-align: justify;">- Prevê-se que a economia portuguesa contraia 3% em 2012;</p>
<p style="text-align: justify;">- O desemprego de 13,6% é um dos maiores da zona euro;</p>
<p style="text-align: justify;">- Espera-se que a dívida pública portuguesa atinja os 112% do PIB este ano, em comparação com os 190 da Grécia;</p>
<p style="text-align: justify;">- Em Setembro de 2013, Portugal vai ter de pagar 9 mil milhões de euros de dívida;</p>
<p style="text-align: justify;">- Grécia e Portugal são os únicos países da zona euro a serem classificados como &#8220;lixo&#8221; pelas três maiores agências de rating internacional;</p>
<p style="text-align: justify;">- Portugal aproxima-se cada vez mais da bancarrota.</p>
<div style="padding-top: 10px">
<p style="text-align: justify;">É sob este pano de fundo que Portugal deverá pedir um segundo resgate. Portugal luta para cumprir o plano internacional e segundo o que o primeiro-ministro português, Pedro Passos Coelho disse na passada terça-feira, Portugal vai cumprir com o acordo assinado em Maio &#8220;custe o que custar&#8221;.</p>
<div style="padding-top: 10px">
<p style="text-align: justify;">Com as negociações entre a Grécia e os credores privados a decorrer, o mais certo é que Portugal, de acordo com o New York Times, vá querer também &#8220;um desses&#8221; nos próximos dias, disse Edward Hughes. &#8220;Portugal não tem nada a perder, excepto o peso da dívida&#8221;, afirma o analista.</p>
<div style="padding-top: 10px">
<p style="text-align: justify;">&#8220;Vai ser duro para Portugal, mas estamos a falar de números diferentes, e o sistema fiscal português é muito mais eficiente&#8221;, disse Albert Jaeger, chefe da delegação do FMI em Lisboa. &#8220;A vantagem mais importante é que em Portugal existe um consenso político e social&#8221;.</p>
<div style="padding-top: 10px">
<p style="text-align: justify;">Segundo o mesmo jornal, Portugal poderá enfrentar ainda uma das recessões mais graves do mundo ocidental.</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>Como a pobreza ganhou terreno nas classes médias</title>
		<link>http://www.executivedigest.pt/2012/02/03/como-a-pobreza-ganhou-terreno-nas-classes-medias/</link>
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		<pubDate>Fri, 03 Feb 2012 10:42:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Tema de Capa]]></category>

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		<description><![CDATA[Um quarto dos habitantes da União Europeia podem tornar-se nos novos pobres]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.executivedigest.pt/wp-content/uploads/2012/02/exit.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-4134" title="exit" src="http://www.executivedigest.pt/wp-content/uploads/2012/02/exit.jpg" alt="exit" width="300" height="244" /></a>A classe média vai sofrer uma implosão. Pobres de iPhone serão mais recorrentes, à medida que a pobreza se torna na palavra de ordem desta classe.</p>
<p style="text-align: justify;">
<div style="padding-top: 10px">
<p style="text-align: justify;">Com o desemprego a atingir níveis recorde na União Europeia, um quarto das pessoas que tinham até agora um nível de vida decente arriscam-se a engrossar as estatísticas da exclusão social.</p>
<div style="padding-top: 10px">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Segundo estatísticas do Eurostat a pobreza é uma realidade cada vez mais visível em países como Portugal, Irlanda, Grécia, Espanha e alguns países do leste europeu.</p>
<div style="padding-top: 10px">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>Os novos pobres</strong></p>
<div style="padding-top: 10px">
<p style="text-align: justify;"><strong><br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Os novos pobres são agora confrontados com escolhas difíceis: comida ou medicamentos? É o caso de Dimitris Pavlópulos, que tem de esticar a pensão mensal de 550 euros, quando apenas em medicamentos gasta 150 euros. Como ele são muitos e cada vez mais, o que compromete os mecanismos da União Europeia (UE) para fazer face à pobreza.</p>
<p style="text-align: justify;">
<div style="padding-top: 10px">
<p style="text-align: justify;">Destes novos pobres, são os jovens que se encontram numa posição mais delicada. A dificuldade em entrarem no mercado trabalho e a precariedade são dois dos motivos que os arrastam para os números do desemprego.</p>
<p style="text-align: justify;">
<div style="padding-top: 10px">
<p style="text-align: justify;">E como é que se avalia a pobreza? Segundo o jornal espanhol El País, há dois tipos de pobreza, a moderada ou relativa (para pessoas que têm até 60% do rendimento médio do país) e a severa (para os que têm 40% ou menos desse rendimento médio).</p>
<div style="padding-top: 10px">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">&#8220;A maioria dos pobres está cada vez mais longe desse limiar. Os pobres estão cada vez mais pobres mas também é verdade que há pessoas que nunca tinham entrado numa cantina social e, hoje, é lá que comem. As taxas de pobreza cresceram imenso nas crianças - em Espanha, uma em cada quatro está em situação de pobreza -, e muito entre os imigrantes e os jovens&#8221;, explica o sociólogo Paul Mari-Klose, do CSIC.</p>
<div style="padding-top: 10px">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">&#8220;Falamos de situações de privação, de não conseguir chegar ao fim do mês, ou de comer carne menos de duas vezes por semana. Mas em Espanha, tal como na Grécia, em Portugal e em Itália, não foi a extensão da pobreza que aumentou muito mas sim a sua severidade e a sua concentração em determinados grupos. Durante a expansão económica houve muitos jovens que se emanciparam precariamente e, agora, estão em situações limite. Na Islândia houve um enorme aumento da pobreza, sobretudo entre as crianças&#8221;, conclui Mari-Klose.</p>
<div style="padding-top: 10px">
<p style="text-align: justify;">Fotografia de <a href="http://www.freedigitalphotos.net/images/view_photog.php?photogid=987" target="_blank">Graur Razvan Ionut</a></p>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
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		<title>O que trouxe de novo a Cimeira Europeia?</title>
		<link>http://www.executivedigest.pt/2012/01/31/o-que-trouxe-de-novo-a-cimeira-europeia/</link>
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		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 16:58:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Tema de Capa]]></category>

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		<description><![CDATA[Portugal será um dos oito países que vai receber fundos europeus para combater o desemprego]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.executivedigest.pt/wp-content/uploads/2012/01/cimeira.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-4126" title="cimeira" src="http://www.executivedigest.pt/wp-content/uploads/2012/01/cimeira.jpg" alt="cimeira" width="300" height="244" /></a>Saiba o que foi acordado na Cimeira Europeia que se realizou hoje, de acordo com o site Dinheiro Vivo:</p>
<div style="padding-top: 10px">
<p style="text-align: justify;"><strong>1.</strong> O Tribunal Europeu de Justiça terá poderes para impor sanções a países que apresentem défices excessivos. Estas multas podem ir até 0,1% do Produto Interno Bruto (PIB);</p>
<div style="padding-top: 10px">
<p style="text-align: justify;"><strong>2.</strong> Os governos terão que manter os défices orçamentais num máximo de 0,5% e promoverem uma redução da dívida pública para um tecto de 60% do PIB;</p>
<div style="padding-top: 10px">
<p style="text-align: justify;"><strong>3.</strong> Para promover o crescimento económico na Europa, foi decido alocar fundos europeus não utilizados, e que rondam os 82 mil milhões de euros, para programas de criação de empregos. Como é um dos oito países mais afectado pelo desemprego, Portugal será ajudado com parte dessa quantia.</p>
<div style="padding-top: 10px">
<p style="text-align: justify;"><strong>4.</strong> O reforço da mobilidade laboral é outro dos pontos do programa de promoção do emprego, designadamente com novas regras para o reconhecimento de qualificações profissionais e o recurso ao Fundo Social Europeu para a criação de novos projectos de estágio e empreendedorismo.</p>
<div style="padding-top: 10px">
<p style="text-align: justify;">A próxima Cimeira Europeia realiza-se a 1 de Março.</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
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		<title>Taxa de desemprego em Portugal é a terceira pior da zona euro</title>
		<link>http://www.executivedigest.pt/2012/01/31/taxa-de-desemprego-em-portugal-e-a-terceira-pior-da-zona-euro/</link>
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		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 16:29:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Ano de 2011 fechou com uma taxa de desemprego de 13,6%]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.executivedigest.pt/wp-content/uploads/2012/01/eurostat2.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-4122" title="eurostat2" src="http://www.executivedigest.pt/wp-content/uploads/2012/01/eurostat2.jpg" alt="eurostat2" width="300" height="244" /></a>A taxa de desemprego em Portugal foi de 13,6% em Dezembro, mais quatro décimas do que em Novembro.  É já a terceira maior da zona euro, divulgou hoje o Eurostat.</p>
<div style="padding-top: 10px">
<p style="text-align: justify;">Segundo a agência lusa, do total de países dos quais a Eurostat dispõe os dados de Dezembro, Portugal encontra-se atrás somente da Espanha (22,9%) e da Irlanda (14,5%). No entanto, os últimos dados da Grécia são de Outubro, pelo que não entra nesta lista.</p>
<div style="padding-top: 10px">
<p style="text-align: justify;">Se for analisada a média da União Europeia, os valores registados em Dezembro estabilizaram quando comparados com Novembro: 9,9 por cento nos 27 e 10,4 entre os países que partilham a moeda única, informou hoje o gabinete de estatísticas da UE.</p>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>Grécia gera conflitos entre os líderes europeus</title>
		<link>http://www.executivedigest.pt/2012/01/31/grecia-gera-conflitos-entre-os-lideres-europeus/</link>
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		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 16:00:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Criação de um comissário da UE para supervisionar as contas gregas não deverá ser implementada]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.executivedigest.pt/wp-content/uploads/2012/01/merkozy.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-4118" title="merkozy" src="http://www.executivedigest.pt/wp-content/uploads/2012/01/merkozy.jpg" alt="merkozy" width="300" height="244" /></a>Numa altura em que a Grécia negoceia com os credores privados o perdão da dívida, a chanceler alemã Angela Merkel e o presidente francês Nicolas Sarkozy divergem sobre a necessidade de haver alguém a vigiar as contas de Atenas. A primeira quer a sua supervisão por parte de um comissário, enquanto o segundo frisa que o país helénico é uma &#8220;Nação Soberana&#8221;.</p>
<div style="padding-top: 10px">
<p style="text-align: justify;">Os governos europeus confrontam-se ainda com um segundo pacote de resgate à Grécia. Segundo a Bloomberg, os líderes europeus acordaram em acelerar a preparação de um fundo com 500 mil milhões de euros, e apoiaram um tratado de controlo do défice de inspiração europeia.</p>
<div style="padding-top: 10px">
<p style="text-align: justify;">Angela Merkel  afirmou que a &#8220;sustentabilidade da dívida grega é especialmente má&#8221;. &#8220;O governo grego tem que encontrar uma forma de ser mais activo, os credores privados também tem que dar mais contribuições, por exemplo, de forma a chegaram a acordo&#8221;, sublinhou.</p>
<div style="padding-top: 10px">
<p style="text-align: justify;">O presidente do Conselho Europeu, Herman Van Rompuy, salientou a necessidade de colocar o programa actual &#8220;de volta aos trilhos&#8221;. A Grécia está a contar com uma ajuda de 14,5 mil milhões de euros até 20 de Março para escapar ao incumprimento do pagamento.</p>
<div style="padding-top: 10px">
<p style="text-align: justify;">&#8220;O prazo é apertado, mas estamos absolutamente focados no objectivo de levar as negociações a bom termo até o final da semana&#8221;, referiu o primeiro-ministro grego Lucas Papademos.</p>
<div style="padding-top: 10px">
<p style="text-align: justify;">Finalmente, a proposta da Alemanha para um comissário nomeado pela União Europeia, para vigiar as contas gregas, levantou consternação em Atenas, e também entre outros governos europeus.</p>
<div style="padding-top: 10px">
<p style="text-align: justify;">&#8220;A Grécia é uma nação soberana e deve promulgar as promessas que fez&#8221;, disse Nicolas Sarkozy, uma das vozes que defenderam a soberania da Grécia.</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>&#8220;Livrem-se da Alemanha!&#8221;</title>
		<link>http://www.executivedigest.pt/2012/01/31/livrem-se-da-alemanha/</link>
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		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 10:17:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Repto lançado pelo jornalista e economista inglês Anatole Kaletsky]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.executivedigest.pt/wp-content/uploads/2012/01/europa.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-4113" title="europa" src="http://www.executivedigest.pt/wp-content/uploads/2012/01/europa.jpg" alt="europa" width="300" height="244" /></a>O jornalista e economista Anatole Kaletsky defendeu que a Alemanha é mais um entrave do que uma ajuda para a moeda única. Por isso lançou o repto aos outros países da europeus num artigo de opinião no jornal inglês The Times: &#8220;Livrem-se da Alemanha!&#8221;</p>
<div style="padding-top: 10px">
<p style="text-align: justify;">&#8220;À medida que a Grécia avança para a bancarrota, que França, Itália e Espanha sofrem descidas de notação de crédito e que as negociações do tratado fiscal do mês passado chegam a um impasse, o euro caminha na direcção das rochas e a força condutora está a ficar bem clara. A verdadeira causa do desastre do euro não é a França, a Itália ou a Grécia. É a Alemanha&#8221;, refere Anatole Kaletsk no jornal inglês The Times.</p>
<div style="padding-top: 10px">
<p style="text-align: justify;">Segundo Anatole Kaletsky, os países da zona euro devem-se livrar da Alemanha pelas seguintes:</p>
<p style="text-align: justify;">- Imposição de austeridade fiscal aos parceiros da zona euro;</p>
<div style="padding-top: 10px">
<p style="text-align: justify;">- A recusa do reforço do papel do Banco Central Europeu (BCE);</p>
<div style="padding-top: 10px">
<p style="text-align: justify;">- Maior apoio mútuo as dívidas nacionais;</p>
<div style="padding-top: 10px">
<p style="text-align: justify;">Além destes aspectos, Anatole Kaletsky destaca ainda a subida desenfreada das taxas de juro no ano passado pelo BCE e perdas bancárias.</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
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		<title>Sim à austeridade</title>
		<link>http://www.executivedigest.pt/2012/01/30/sim-a-austeridade/</link>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 16:31:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Ministro das Finanças alemão considera medidas de austeridade indispensáveis]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.executivedigest.pt/wp-content/uploads/2012/01/austeridade.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-4102" title="austeridade" src="http://www.executivedigest.pt/wp-content/uploads/2012/01/austeridade.jpg" alt="austeridade" width="300" height="244" /></a>A contradizer a opinião do Nobel da economia Paul Krugman, desenvolvida na passada sexta-feira, Wolfgang Shaeuble, ministro das Finanças alemão, considera a austeridade a condição &#8220;sine qua non&#8221; para o crescimento sustentável.</p>
<div style="padding-top: 10px">
<p style="text-align: justify;">Segundo o jornal Dinheiro Vivo, em defesa da austeridade, o ministro alemão desenvolve as suas ideias principais sobre a crise da zona euro:</p>
<div style="padding-top: 10px">
<p style="text-align: justify;"><strong>1. Sobre um perdão da dívida grega para os credores do sector público</strong></p>
<div style="padding-top: 10px">
<p style="text-align: justify;">&#8220;Em primeiro lugar, o Banco Central Europeu é independente. Ele decide o que quer decidir. Em segundo, o Conselho Europeu estabeleceu um quadro para o segundo programa de assistência à Grécia, e existe um acordo de princípio com o sector privado.</p>
<div style="padding-top: 10px">
<p style="text-align: justify;">Não nos devemos esquecer que o sector público, ou seja os contribuintes na zona euro, tem apoiado a Grécia desde 2010 com muitos mil milhões de euros e vão continuar a fazê-lo. Isto é um balanço próximo. Agora devemos ver como é que vai ser o pacote inteiro, incluindo a contribuição dos credores privados, a opinião da troika em relação ao primeiro e ao segundo resgate grego&#8221;.</p>
<div style="padding-top: 10px">
<div style="padding-top: 10px">
<p style="text-align: justify;"><strong>2. Sobre a expansão do Mecanismo de Estabilidade Europeu (MEE)</strong></p>
<div style="padding-top: 10px">
<p style="text-align: justify;">&#8220;Na zona euro, só vamos voltar a ganhar a confiança que perdemos através de políticas estáveis. Por outras palavras, não podemos tomar novas decisões todos os dias. Em vez disso, precisamos de proceder passo a passo. De forma a termos sucesso. A sequência é clara. Primeiro de tudo, os países onde os problemas originaram devem travar estes problemas.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">
<div style="padding-top: 10px">
<p style="text-align: justify;">Em primeiro lugar, está a ser pedidos que os bancos sistemicamente relevantes aumentem o seu rácio de capital. Em segundo lugar, os chefes de Estado e de governo disseram que se iriam sentar em Março e rever se os mecanismos de resgate tinham recursos suficientes devido aos últimos acontecimentos.</p>
<div style="padding-top: 10px">
<p style="text-align: justify;">Isto são os procedimentos que acordámos. É por isso que eu não vou especular agora sobre o resultado da avaliação vai ser. Até à data, apenas 43,7 mil milhões de euros dos 440 mil milhões do FEEF foram usados&#8221;.</p>
<div style="padding-top: 10px">
<p style="text-align: justify;"><strong>3. A cura de austeridade está a matar o doente?</strong></p>
<div style="padding-top: 10px">
<p style="text-align: justify;">&#8220;Temos as regras do Pacto de Estabilidade e Crescimento. Quando eu me tornei ministro das Finanças há dois anos atrás e fui ao Eurogrupo pela primeira vez, os meus colegas perguntaram-me: Como é que eu vou cumprir as regras do Pacto? Vai a Alemanha quebrar as regras europeias pela segunda vez desde 2004? E eu disse que vamos cumprir as nossas obrigações. E então, assim que as alcançámos, foi dito que estávamos a cortar os nossos défices muito rapidamente e a prejudicar o crescimento. Então, tivemos bons números de crescimento. Entretanto, o nosso crescimento vem da procura doméstica, do investimento e consumo porque as pessoas estão a ficar mais confiantes.</p>
<p style="text-align: justify;">
<div style="padding-top: 10px">
<p style="text-align: justify;">Se queremos mais procura privada, temos que afastar as angústias das pessoas, temos que construir confiança. É por isto que uma redução razoável de défices muito altos é uma condição sine qua non para o crescimento sustentável&#8221;.</p>
<div style="padding-top: 10px">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>4. Sobre como vai haver crescimento económico este ano</strong></p>
<div style="padding-top: 10px">
<p style="text-align: justify;">&#8220;As previsões dizem-nos que vai haver um arrefecimento temporário devido a um certo enfraquecimento a nível global e devido às incertezas nos mercados financeiros devido à zona euro. Mas as previsões também dizem que isto vai ser muito temporário. Uma recessão parece muito diferente do que está a acontecer na Alemanha agora&#8221;.Quase todos fora da Alemanha dizem: se não querem fazer um estímulo orçamental, podem ao menos reduzir o corte nos défices?</p>
<p style="text-align: justify;">
<div style="padding-top: 10px">
<p style="text-align: justify;">&#8220;Estamos a concentrar-nos acima de tudo na durabilidade do fortalecimento do crescimento através de reformas estruturais, não só na política orçamental. Temos feito uma reforma no mercado de trabalho. Estamos a investir no futuro e a fortalecer a educação, pesquisa e inovação.</p>
<div style="padding-top: 10px">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Desde o primeiro dia, este governo tem querido alcançar os seus objectivos para aumentar o financiamento para a ciência, pesquisa e também integração [de imigrantes], sem contar com a poupança e esforços de consolidação. E tem cumprido os seus objectivos&#8221;.</p>
<div style="padding-top: 10px">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>5. O compacto fiscal vai proibir futuros pacotes de estímulo contra a recessão?</strong></p>
<div style="padding-top: 10px">
<p style="text-align: justify;">&#8220;Lemos o estudo de Rogoff e Reinhart com muita atenção. Eles demonstraram empiricamente que depois de um certo nível, a dívida pública torna-se prejudicial ao crescimento&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">
<div style="padding-top: 10px">
<p style="text-align: justify;"><strong>6. Sobre se uma Alemanha forte não cria ressentimento noutros países</strong></p>
<div style="padding-top: 10px">
<p style="text-align: justify;">&#8220;É claro que não somos os donos da Europa. Na Europa, os grandes países não podem tomar as suas decisões sozinhos. Dentro do processo de decisões europeu os países pequenos são igualmente importantes e tem que estar na direcção também.</p>
<p style="text-align: justify;">
<div style="padding-top: 10px">
<p style="text-align: justify;">As críticas à chanceler Angela Merkel dizem muito sobre esse ponto de vista: Alguns dizem que ela é muito assertiva; outros dizem que ela é muito cautelosa. Na Europa, estamos a tentar por um lado assumir a nossa responsabilidade como a maior economia e, por outro lado, evitar dar a impressão de que somos nós que estamos a dizer à Europa como proceder.</p>
<div style="padding-top: 10px">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">A Europa tem de alcançar o equilíbrio certo entre diversidade e unidade. Isto é como a Europa é complicada. Mas é bom desta forma. No passado era simples na Europa. Tivemos guerras terríveis. É melhor ser complicado e ser um pouco mais estável&#8221;.</p>
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		<title>O falhanço da austeridade</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 11:05:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Nobe da economia Paul Krugman considera que a política de austeridade é um falhanço]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.executivedigest.pt/wp-content/uploads/2012/01/krugman2.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-4108" title="krugman2" src="http://www.executivedigest.pt/wp-content/uploads/2012/01/krugman2.jpg" alt="krugman2" width="300" height="244" /></a>O Nobel da Economia, Paul Krugman, considera que a política de austeridade é um falhanço. Segundo o economista, que escreve para o New York Times (NYT), o comportamento económico da maioria dos países é pior hoje do que nos anos 30, na Grande Depressão, com especial ênfase para o Reino Unido.</p>
<div style="padding-top: 10px">
<p style="text-align: justify;">Na semana passada, o Instituto Nacional de Investigação Económica e Social divulgou um gráfico em que comparava a queda actual com as recessões passadas e respectivas recuperações. Paul Krugman chegou à conclusão que o que tem corrido mal é a política de austeridade.</p>
<div style="padding-top: 10px">
<p style="text-align: justify;">&#8220;É um fracasso, em particular, da doutrina de austeridade que tem dominado a discussão política de elite na Europa e, em grande medida, nos Estados Unidos durante os últimos dois anos&#8221;, sublinhou Paul Krugman. &#8220;Não temos aprendido muito sobre gestão económica nos últimos 80 anos?&#8221;, questiona o mesmo, dando uma resposta positiva. No entanto, o economista considera que todo esse conhecimento conquistado foi deitado pela janela fora.</p>
<div style="padding-top: 10px">
<p style="text-align: justify;">&#8220;Como poderia a economia prosperar nestas condições?&#8221; questiona-se Paul Krugman. A palavra é com &#8220;confiança&#8221; segundo o, na época, presidente do Banco Central Europeu, Jean-Claude Trichet. Paul Krugman considera que tais invocações de confiança nunca foram plausíveis.</p>
<div style="padding-top: 10px">
<p style="text-align: justify;">&#8220;A única coisa irritante sobre esta tragédia é que ela foi completamente desnecessária&#8221;, considera o economista norte-americano e acrescenta: &#8220;Há meio século atrás, qualquer economista (&#8230;) que tinha lido o livro Paul Samuelson &#8220;Economia&#8221; - poderia ter dito que a austeridade na altura da depressão foi uma ideia muito má. Mas os decisores políticos, especialistas e, sinto muito dizer, muitos economistas decidiram, em grande parte por razões políticas, esquecer o que costumavam conhecer. E milhões de trabalhadores estão a pagar o preço pela sua amnésia deliberada.&#8221;</p>
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		<title>10 dicas para transformar um chefe num verdadeiro líder</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Jan 2012 16:23:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Há muitas diferenças entre ser um chefe e um líder]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.executivedigest.pt/wp-content/uploads/2012/01/lider.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-4096" title="lider" src="http://www.executivedigest.pt/wp-content/uploads/2012/01/lider.jpg" alt="lider" width="300" height="244" /></a>Segundo o jornal Dinheiro Vivo, há muitas diferenças entre o chefe e um líder. A Executive Digest quis conhecer as dicas para se ser um bom líder:</p>
<div style="padding-top: 10px">
<p style="text-align: justify;">1. <strong>Esteja atento à realidade.</strong> Saber o que os outros acham da nossa liderança pode ser a forma mais rápida de chegar à mudança. Perceber e aceitar o feedback dos que nos rodeiam no local de trabalho vai proporcionar instrumentos valiosos no sentido de se melhorar as capacidades de liderança. Mas tenha cuidado: os seus funcionários não lhe vão dar esse feedback se perceberem que a qualquer momento isso pode ser usado contra eles. Mantenha uma mente aberta</p>
<div style="padding-top: 10px">
<p style="text-align: justify;">2. <strong>Não utilize a sua posição para que as coisas se façam.</strong> Se alguém o questionar sobre a forma como algumas tarefas são ou mesmo da sua necessidade, nunca puxe dos galões. Um líder a sério consegue convencer quem com ele trabalha sem precisar de dizer constantemente que é ele quem manda. A sua equipa pode até não concordar sempre consigo, mas vão respeitá-lo se explicar as suas opções de forma racional.</p>
<div style="padding-top: 10px">
<p style="text-align: justify;">3. <strong>Não pense nos seus funcionários como algo que precisa de ser controlado.</strong> Dê-lhes espaço para agirem e tomarem decisões. A confiança é um princípio vital para a afirmação de uma liderança. Se não consegue confiar nas pessoas a que entrega determinados trabalhos, duas duas uma: ou contratou a pessoa errada ou não a treinou convenientemente para a tarefa. Evite estar sempre a olhar por cima do ombro das pessoas ou exigir saber o que fazem a cada minuto.</p>
<div style="padding-top: 10px">
<p style="text-align: justify;">4. <strong>Ouça, sempre.</strong> Se as pessoas que trabalham consigo estão descontentes, o mais provável é que já lhe tentado dizer. O problema é que pode não ter ouvido ou, pior, não quis ouvir. Ouvir com atenção os colaboradores é uma das principais qualidades de um bom líder e deve ser desenvolvida. Quem ouve com atenção está interessado, demonstra empatia e quer descobrir o que estará por detrás da conversa. Os grandes líderes têm excelentes dotes de comunicação. Sem excepção.</p>
<div style="padding-top: 10px">
<p style="text-align: justify;">5. <strong>Pare de apontar sempre soluções.</strong> Muitos chefes chegam a essa posição por serem tecnicamente competentes. Como tal, terão sempre uma opinião sobre como resolver os problemas. Só que ao dar sempre as respostas, não deixam margem de manobra para que os restantes funcionários aprendam e sugiram alternativas potencialmente melhores.</p>
<div style="padding-top: 10px">
<p style="text-align: justify;">6. <strong>Seja sempre construtivo.</strong> A comunicação, como já foi dito, distingue os grandes líderes dos medíocres. Tenha cuidado com a forma como coloca as questões. Se der por si prestes a criticar negativamente o trabalho de alguém, pare para pensar e encontre uma forma de fazer passar a mesma mensagem sem ser de forma emocional. Dizer as coisas com calma e de forma construtiva é uma marca dos líderes.</p>
<div style="padding-top: 10px">
<p style="text-align: justify;">7. <strong>Meça o seu sucesso pelo sucesso da sua equipa.</strong> O verdadeiro êxito de um líder pode ser medido pelo sucesso da equipa que com ele trabalha. A primeira responsabilidade de alguém que lidera uma equipa é fazer com que ela vença. No momento em que ela tem sucesso, o líder também o tem. Este tipo de abordagem vai ter resultados positivos na produtividade, motivação e satisfação de todos os trabalhadores.</p>
<div style="padding-top: 10px">
<p style="text-align: justify;">8. <strong>Não tome decisões só porque parecem bem.</strong> Se quer ser um líder, outra das qualidades a desenvolver é a integridade de tomar as decisões acertadas e não aquelas que vão cair bem junto dos seus superiores. Esta integridade consubstancia-se, ainda, no facto de assumir plenamente essas decisões quando acredita que elas são o melhor para a empresa. Se são ou não do seu interesse pessoal são questões menores.</p>
<div style="padding-top: 10px">
<p style="text-align: justify;">9. <strong>Seja bem-humorado.</strong> Ninguém gosta de trabalhar num ambiente que não tem ponta de diversão. As pessoas são mais produtivas quando se estão a divertir naquilo que fazem. Ter sentido de humor e partilhá-lo aumenta o espírito de equipa e leva os seus colaboradores a vê-lo como uma pessoa normal, não apenas o chefe.</p>
<div style="padding-top: 10px">
<p style="text-align: justify;">10. <strong>Dê-se a conhecer.</strong> Estar aberto sobre quem você é na realidade ajuda a quebrar barreiras que, regra geral, as hierarquias levantam. Quando os trabalhadores conhecem a pessoa que está por detrás do profissional, começam a construir-se as bases de uma boa liderança: confiança e respeito.</p>
<p style="text-align: justify;">
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]]></content:encoded>
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